Cotidiano de uma Grande Família  
 
   



BRASIL, AMAPA, MACAPA, TREM, Mulher, de 46 a 55 anos, Portuguese, Gastronomia, Informática e Internet, caducar com a sobrinha Bianca
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Uma Aventura Inesperada

 

 

No sábado (16/06), o meu irmão Rinaldo, a cunhada Maura e a sobrinha Gabriele( a minha Maguelinha) vieram à Macapá para resolver assuntos pesoais. Passaram o dia e retornaram no final da tarde, levando a sobrinha Bianca pra passar o domingo em Porto Grande.

Como combinado, às dezoito horas do domingo, Rilda e Bena, os pais da Bianca, pegaram a estrada para buscar a molequita. Eu e a sobrinha Betânia fomos com eles, pra aproveitar o passeio numa estrada até certo trecho bem pavimentada e bem sinalizada, com um trajeto de mais ou menos uma hora e pouquinho.

Desta vez, a viagem foi bem mais demorada devido o intenso trânsito dos carros que retornavam dos balneários, sítios e retiros do interior do Estado. Além disso, havia também o tráfego das enormes carretas que transportam toras de pinho até o porto de Santana, onde são embarcadas, em forma de cavaco, para o Japão e Europa, onde serão transformadas em papel.

A nossa estada na casa do Naldo e da Maura foi bastante breve, mas suficiente para descansar um pouquinho, tomar café e água e ainda saborear um churrasquinho.

Despedimo-nos trazendo saudades e uns seis quilos de polpa de cupuaçu da melhor qualidade, que a Maura e o Naldo foram comprar diretamente na fonte, um pomar repleto de pés de cupuaçu. As polpas já estão devidamente acondicionadas aguardando à hora de seguir viagem para Fortaleza.

A viagem de volta seguia bastante tranqüila, quando de repente o carro morreu, apagou, estancou em plena pista. Pra fugir do perigo, tivemos que sair do carro e empurrá-lo para o acostamento.

Enquanto o cunhado Bena verificava o problema havido no carro, nós aguardávamos um pouco apreensivas ali no meio do nada. Pense! De um lado a mata, com seus sons e características naturais(coaxar dos sapos, canto dos grilos, brilho dos vaga-lumes); do outro lado o barulho dos carros que passavam em alta velocidade. E ao nosso redor a escuridão, o céu totalmente nublado, que não deixava aparecer sequer uma estrelinha.

Uns dez minutos depois o carro voltou a funcionar, e nós, literalmente aliviados,seguimos viagem e chegamos são e salvos em Macapá.



Escrito por Zany às 20h07
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