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Cotidiano de uma Grande Família | ||||||||||||||||||
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Gente nova no pedaço A irmã Yasmin dando pulos de alegria! O papai Marivaldo orgulhoso contando a novidade para todos! A mamãe Telma, emocionada contando para a avó Beatriz! A avó Beatriz, emocionada, derramando lágrimas! O resto da família sabendo aos poucos da novidade... O que será que aconteceu? Depois de 10 anos, tem gente nova chegando no pedaço! Venha criança, venha com saúde, trazendo mais alegria pra toda turma da Grande Família! Escrito por Zany às 22h55 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Dia da Poesia Para festejar o dia da poesia, nada melhor do que uma poesia ecológica. VELHO RIO (Joaquim Roberto de Araujo) Escrito por Zany às 21h35 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] réquiem Réquiem por Nilson, o Bode Os integrantes do Banco da Amizade - uma associação de caráter informal que há 34 anos congrega moradores do bairro do Laguinho para momentos de bate-papo e muita descontração – reuniram-se neste domingo, para prestar uma homenagem a um de seus associados, que morreu de forma brutal e inesperada, o Nilson, popular Bode. Ao meu marido, Miguel Mendes, foi dada a incumbência de , em nome dos companheiros, homenagear o amigo morto. Quando o féretro percorreu ruas do bairro, parou em frente ao Banco da Amizade, onde Miguel leu o seu discurso: “O retrato das pessoas que participam das exéquias do caro Nilson, mostra visivelmente uma mescla de surpresa, perplexidade e incredulidade no ocorrido, “a ficha ainda não caiu”, pois uma pessoa do quilate dele, sempre conheceu situações adversas, e soube administrá-las de maneira tal, que as superava de forma invejável, porém, a vida nos prega “peças” e a brutal fatalidade ceifou a vida do Bode e o tirou do nosso convívio físico, como se quisesse mostrar a todos, tanto os que foram honrados com a sua amizade, como também àqueles que não tiveram esse privilégio, a fragilidade humana.
A celeridade do infausto acontecimento, aliado à repercussão e a comoção provocada, deixou-nos desnorteados, pois jamais poderíamos imaginar, que viesse acontecer com uma pessoa da estirpe dele, provocando um clima desconfortável e sisudo, contrariando em toda a sua amplitude, o perfil do Bode que sempre desfraldou a bandeira da alegria, do lúdico e do bem estar por excelência.
Diante de tudo isso, só temos a lamentar a irreparável perda, mas cônscios e confiantes em nossa sólida formação cristã, cremos em Deus, e como não poderia deixar de ser, certamente Ele precisou do Bode para outras missões, e nos dará o bálsamo para enfrentar este difícil momento. Se formos adentrar nos meandros qualitativos do pranteado camarada, sem dúvida nenhuma sabemos que foi um bom filho, irmão, pai e marido. Se compararmos as suas qualidades e as suas falhas, estas últimas foram tão ínfimas, que facilmente escorrem no ralo do esquecimento. Ah! Bode, vai ser muito difícil retornar ao Laguinho ou ao Banco, principalmente, nas festas de aniversário, e não te encontrar, a lacuna que deixas é impossível de ser preenchida, até por que tu eras impar e singular. Como tu mesmo dizias, eras filho do rei da descontração e da rainha do lar, logo, eras o príncipe da alegria e súdito da amizade. Nós, que inúmeras vezes, bebemos juntos o copo da alegria, do prazer e da união, hoje, lamentavelmente, somos obrigados a sorver o amargo cálice da despedida, da saudade e da separação. Bode, a tua lembrança ficará perpetuada em nossos corações e quando sentirmos a tua falta, recordaremos não com tristeza, mas com uma baita saudade, pois tu eras sinônimo de alegria. Vai em paz , meu irmão-camarada! Miguel Mendes (Miguelão) Escrito por Zany às 00h37 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] |
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