Cotidiano de uma Grande Família  
 
   



BRASIL, AMAPA, MACAPA, TREM, Mulher, de 46 a 55 anos, Portuguese, Gastronomia, Informática e Internet, caducar com a sobrinha Bianca
border=0
 
   Arquivos

 
border=0
Outros sites

 UOL - O melhor conteúdo
 Edícula Habitável
 Blog do Livro da Vânia
 Alcinea
 Alcilene
 Ernâni
 Márcia Correa
 Pão&Poesia
 Fotos dos Fatos
 Registros de Nutriane
 Myka
 Jan
 Pavulagem da Ro
 Zana
 Dri
 Bloguito Radiante
 Yasmim
 Camille
 Nunci
 Flor de Lis


Votação
Dê uma nota para meu blog



border=0
 


Gente nova no pedaço

A irmã Yasmin dando pulos de alegria!

O papai Marivaldo orgulhoso contando a novidade para todos!

A mamãe Telma, emocionada contando para a avó Beatriz!

A avó Beatriz, emocionada, derramando lágrimas!

O resto da família sabendo aos poucos da novidade...

O que será que aconteceu?

Depois de 10 anos, tem gente nova chegando no pedaço!

Venha criança, venha com saúde, trazendo mais alegria pra toda turma da Grande Família!



Escrito por Zany às 22h55
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






Dia da Poesia

  Para festejar o dia da poesia, nada melhor do que uma poesia ecológica.

VELHO RIO

Velho rio que corta a cidade,
atravessando matas e campos,
matando a sede dos rebanhos,
irrigando as plantações sem fim.

Velho rio viveiro dos peixes,
que alimenta o homem faminto,
abrigando em seu leito e ilhas,
a mais bela fauna selvagem.

Velho rio que serpenteia a mata,
dando frescor às folhagens e flores,
cantando nas cachoeiras,
deslizando entre as pedras,
a sinfonia dos deuses em festa.

Velho rio, puro e selvagem,
nascido de uma minúscula vertente,
na mais alta montanha da serra.

Velho rio, correndo pequeno e manso,
muitas vezes desaparecendo na mata,
descoberto apenas quando canta nas pedras.

Velho rio, encoberto pela bruma da madrugada,
parece que estás quieto a dormir.
Mas olhando em suas águas,
você está a correr correr,
levando em suas águas
o segredo da vida a nascer.

(Joaquim Roberto de Araujo)

 



Escrito por Zany às 21h35
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






réquiem

Réquiem por Nilson, o Bode

Os  integrantes do Banco da Amizade -  uma associação de caráter informal que há 34 anos congrega moradores do bairro do Laguinho para momentos de bate-papo e muita descontração – reuniram-se neste domingo, para prestar uma homenagem a um de seus associados, que morreu de forma brutal e inesperada, o Nilson, popular Bode. Ao meu marido, Miguel Mendes,  foi dada a incumbência de ,  em nome dos companheiros,  homenagear o  amigo morto.  Quando o féretro percorreu ruas do bairro, parou em frente ao Banco da Amizade, onde Miguel leu o seu discurso:

“O retrato das pessoas que participam das exéquias do caro Nilson, mostra  visivelmente uma mescla de  surpresa, perplexidade e incredulidade no ocorrido, “a ficha ainda não caiu”, pois uma pessoa do quilate dele, sempre conheceu situações adversas, e soube administrá-las de maneira tal, que as superava de forma invejável, porém, a vida nos prega “peças” e a brutal fatalidade ceifou a vida do Bode e o tirou do nosso convívio físico, como se quisesse mostrar a todos, tanto os que foram honrados com a sua amizade, como também àqueles que não tiveram esse privilégio, a fragilidade humana.

A celeridade do infausto acontecimento, aliado à repercussão e a comoção provocada, deixou-nos desnorteados, pois jamais poderíamos imaginar, que viesse acontecer com uma pessoa da estirpe dele, provocando um clima desconfortável e sisudo, contrariando em toda a sua amplitude, o perfil do Bode que sempre desfraldou a bandeira da alegria, do lúdico e do bem estar por excelência.

Diante de tudo isso, só temos a lamentar a irreparável perda, mas cônscios e confiantes em nossa sólida formação cristã, cremos  em Deus, e como não poderia deixar de ser, certamente Ele precisou do Bode para outras missões, e nos dará o bálsamo para enfrentar este difícil momento. Se formos adentrar nos meandros qualitativos do pranteado camarada, sem dúvida nenhuma sabemos que foi um bom filho, irmão, pai e marido. Se compararmos as suas qualidades e as suas falhas, estas últimas foram tão ínfimas, que facilmente escorrem no ralo do esquecimento.

Ah! Bode, vai ser  muito difícil retornar ao Laguinho ou ao Banco, principalmente, nas festas de aniversário, e não te encontrar, a lacuna que deixas é impossível de ser preenchida, até por que tu eras impar e singular.

Como tu mesmo dizias, eras filho do rei da descontração e da rainha do lar, logo, eras o príncipe da alegria e súdito da amizade.

Nós, que inúmeras vezes, bebemos juntos  o copo da alegria, do prazer e da união, hoje, lamentavelmente, somos obrigados a sorver o amargo cálice da despedida, da saudade e da separação. Bode, a  tua lembrança ficará perpetuada em nossos corações e quando sentirmos a tua falta, recordaremos não com tristeza, mas com uma baita saudade, pois tu eras sinônimo de alegria.

Vai em paz , meu irmão-camarada!

Miguel Mendes (Miguelão)



Escrito por Zany às 00h37
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]
border=0